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Ensino de Filosofia
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Estética: uma prática curricular para o ensino de filosofia |
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Escrito por Carlos Odilon da Costa/Rosana Soares
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 15:56 |
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Carlos Odilon da Costa Rosana Soares Universidade Regional de Blumenau -FURB
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Resumo Acreditamos que a estética possa se estabelecer como prática da forma pela sensibilidade no campo do ensino de filosofia e a escola se apresentam como um importante espaço para trazer essas discussões, debatê-las nos planos da história e da memória enquanto palco para repensar o futuro. Entendendo a educação como processo complexo que exige assimilação de suas variáveis, fugindo do consumo indiferente que perpassa objetos e transforma pessoas em objetos, optamos por entender a vida também como obra de arte, coexistindo como as obras produzidas pelos homens. Aponta-se a busca da transcendência (termo estudado por István Mészaros na obra de Karl Marx que pergunta como é possível substituir o atual estado de coisas). Sintetizando, propomos que a educação estética e a formação em artes visuais junto com o ensino de filosofia através do estudo da estética no ensino médio, estejam baseadas na concepção materialista de arte como criação do trabalho humano, fruto da percepção-expressão de seres humanos que vivem e produzem em um universo histórico, social e cultural.
Palavras-chave: estética; filosofia; currículo.
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Última atualização em Qua, 07 de Julho de 2010 09:56 |
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ÉTICA E BEM VIVER NA EDUCAÇÃO E ENSINO DE FILOSOFIA |
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Escrito por Prof. Dr. Ernesto Jacob Keim
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 14:41 |
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Prof. Dr. Ernesto Jacob Keim
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Universidade Regional de Blumenau – FURB Janeiro de 2010
Resumo: O Bem Viver é apresentado nesse texto como um referencial para promover na educação, um movimento com base na filosofia da libertação, de transição da resistência para a insurgência. O Bem Viver é uma proposta desenvolvida junto às comunidades tradicionais da Bolívia e do Equador como meio para a descolonização do poder, do saber, do ser e da vida. Esse movimento se desenvolve por meio da educação, como uma proposta de organização do que pode vir a ser uma filosofia andina e latino-americana que viabilize libertação e vida com dignidade. No contexto desse texto o Bem Viver se desenvolve por meio de um resgate histórico e filosófico que fundamenta e viabiliza uma proposta de responsabilidade com a vida pautados na pedagogia freiriana que apresenta a libertação como resgate e revitalização da humanidade roubada. Esse texto se sustenta também na história que promoveu a passagem da resistência para a insurgência desencadeada por meio da educação desde o século XVI dando ênfase especial à proposta revolucionária inserida na Ética Social de Lutero e se sustenta no movimento ambientalista contemporâneo por meio dos Princípios Eco-Vitais da Ecopedagogia como agentes que viabilizem debate que interrogue o modelo civilizatório no qual estamos imersos.
Palavras chave: Ética e Educação; Ensino de filosofia; Bem Viver. |
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Última atualização em Ter, 06 de Abril de 2010 19:20 |
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Escrito por Silvia B. Z. Cadenassi
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 12:35 |
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Artigo apresentado no II Simpósio Sobre Ensino de Filosofia - Simphilo Dias 09, 10 e 11 de dezembro de 2009 na FE/Unicamp, publicado sob autorização da autora Silvia B. Z. Cadenassi UENP/PR
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Resumo A Filosofia se apresenta como reflexão crítica sobre as questões que envolvem o ser humano e a organização da sociedade. Ao criar o Curso de Licenciatura em Filosofia da UENP, algumas questões foram fundamentais, com o: a formação omnilateral do ser humano e, de maneira especial à preparação de profissionais para refletirem e atuarem o ensino de Filosofia no Ensino Médio, na articulação da Filosofia com os demais saberes, e como utilizar os novos recursos tecnológicos disponíveis, sobretudo às tecnologias computacionais; pois trata-se da etapa final da educação Básica e segundo a LDB nº 9394/96 sua função é consolidar e aprofundar a formação geral do educando preparando-o para a cidadania e para o trabalho, de forma a oferecer-lhe condições para uma formação ética e intelectualmente autônoma. A Filosofia tem a função de articulação cultural e, ao desempenhá-la, realiza também a articulação do indivíduo enquanto personagem social, se entendermos que o autêntico processo de socialização requer consciência e o reconhecimento da identidade social e uma compreensão crítica da relação homem-mundo (LEOPOLDO E SILVA, 1992, p. 162).
Palavras chave: Tecnologias; Realidade; Educação.
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Última atualização em Ter, 06 de Abril de 2010 19:20 |
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Indústria Cultural no Ensino Médio |
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Escrito por Karina Gaspar de Oliveira
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 12:23 |
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** Artigo apresentado em evento da UNICAMP nos dias 09, 10 e 11 de dezembro de 2009 na FE/Unicamp, publicado com autorização da autora
Karina Gaspar de Oliveira
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Colégio Miguel Couto/Instituto Guanabara/Colégio Ícaro
Resumo Indústria Cultural no Ensino Médio é o resultado de um trabalho desenvolvido ao longo de um bimestre com turmas de 1ª série nos colégio Miguel Couto Jacarepaguá, Instituto Guanabara e Colégio Ícaro todos localizados na cidade do Rio de Janeiro entre os anos de 2008 e 2009. A partir da leitura do texto filosófico A indústria Cultural, da obra Dialética do Esclarecimento, de Adorno e Horkeheimer, iniciamos uma investigação com os alunos sobre os temas presentes no texto. Através de uma lista de características da Indústria Cultural iniciamos o trabalho. Cinema, moda, televisão, consumismo, lazer sem utilidade e decadência da cultura estão entre os principais. Para complementar o estudo as turmas assistiram ao documentário Super Size Me a partir do qual foi possível discutir as relações complexas entre a cultura fast-food e a influência da mídia na construção destes hábitos.O resultado foi a produção de textos surpreendentes por parte dos alunos e a construção de um novo olhar sobre o tema. Palavras-chave: Cultura de massa; mediocridade e aversão ao novo.
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Última atualização em Qua, 07 de Julho de 2010 09:56 |
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A avaliação de Filosofia no Ensino Médio |
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Escrito por Marinês Barbosa de Oliveira
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Qua, 27 de Janeiro de 2010 11:56 |
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O artigo seguinte apresentado no II Simpósio Sobre Ensino de Filosofia - Simphilo dias 09, 10 e 11 de dezembro de 2009 na FE/Unicamp, publicado com autorização da autora
Marinês Barbosa de Oliveira UNICAMP – SP
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Resumo Se avaliar é difícil nos contextos das disciplinas historicamente presentes no currículo escolar, quanto se trata de Filosofia, a questão da avaliação se apresenta como um grande nó que contribui para agravar ainda mais a problemática relativa à construção da identidade, papel e lugar a ser ocupado por essa disciplina junto aos currículos escolares. No contexto do Ensino Médio ainda paira a ideia de que não é preciso - nem sequer possível, avaliar objetivamente em Filosofia. Quase sempre nesse nível, são privilegiados os trabalhos e atividades avaliativas preferencialmente pautados num posicionamento pessoal do aluno frente aos “temas” discutidos durante as aulas. Tal preferência denota a crença na diferenciação das disciplinas escolares em dois grupos: as disciplinas objetivas e as disciplinas subjetivas. A ideia de que a Filosofia é uma disciplina subjetiva demonstra um desconhecimento da especificidade dessa disciplina enquanto área do conhecimento com conteúdos e identidade próprios. Uma vez que existem conteúdos específicos de Filosofia a serem trabalhados pelo professor e apreendidos pelos alunos não só é possível, mas também necessário que se desenvolvam instrumentos avaliativos da aprendizagem de tais conteúdos de forma a fortalecer o ensino dessa disciplina no Ensino Médio. |
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Última atualização em Ter, 06 de Abril de 2010 19:26 |
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