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Mundo Filosófico
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O Curta-metragem no Brasil e em Jacarezinho |
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Escrito por L. C. Bragança de Pina
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Qua, 25 de Abril de 2012 10:30 |
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L. C. Bragança de Pina*
O cinema nasceu curto, já que os filmes de Louis Lumière (1864-1948) realizados a partir de 1895, ano em que o cinema nasceu, não passavam de dois minutos. Cada filme do inventor do Cinematógrafo, que não acreditou no futuro do seu invento, despertou curiosidades, principalmente de um mágico chamado Georges Méliès (1861-1938), mas sobre ele já é uma outra história, que podemos escrever num outro artigo.
Através dos anos, a duração dos filmes foi se tornando cada vez mais dilatada. Nos dias de hoje já podemos assistir a filmes com mais de quatro horas de duração. Após esse grandioso advento das imagens em movimento, ocorrido em Paris no dia 28 de dezembro de 1895, no Grand Café, sediado no Boulevard des Capucines, o homem encontraria mais um veículo para se manifestar, abrindo novas vertentes para a criação artística, que se inicia como linguagem com David Wark Griffith (1875-1948). O marco dessa nova fase do Cinema é The Birth of a Nation (O Nascimento de Uma Nação, 1915), que inscreveu o nome de Griffith na História do Cinema.
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Última atualização em Qua, 25 de Abril de 2012 10:31 |
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RESENHA: “SENSO COMUM E CIENCIA: SUBJETIVIDADES E GENERALIZAÇÕES” |
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Escrito por Fábio Antonio Gabriel
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Dom, 22 de Abril de 2012 12:05 |
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CUSTÓDIO, José de Arimathéia Cordeiro. Senso comum e ciência:visões de mundo. In: Silva, Ana Cristina Teodoro da; BELLINI, Luiza Marta. (orgs). Iniciação à ciência e a pesquisa: a construção do conhecimento. Maringá: Eduem,2009. p.11 a p.22.
Resenha por Ana CarlaLauro, Bruna Fernanda Costa, Giovana Rocha Leite, Lívia de Oliveira Bacochina, Marília Alcântara Bernardelli*
“SENSO COMUM E CIENCIA: SUBJETIVIDADES E GENERALIZAÇÕES”
José de Arimathéia Cordeiro Custódio é comunicador Social da UEL desde 1993 e professor universitário desde 1994, tendo atuado na área de Graduação e Pós-Graduação Lato Sensu. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Linguagem Jornalística, atuando em temas como: Linguagem, Comunicação, Fotografia, Jornalismo, Bioética, História Medieval e Teologia. É autor do primeiro capitulo do livro Iniciação à ciência e a pesquisa: a construção do conhecimento da autora Luiza Marta Bellini, cujo título leva o nome de Senso comum e ciência: visões de mundo, no qual ele retrata o senso comum e a ciência, utilizando-se de fatos históricos, exemplos do senso comum e expondo citações de outros autores.
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Última atualização em Dom, 22 de Abril de 2012 17:46 |
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UMA ANÁLISE DAS CONTRIBUIÇÕES DE RAWLS À DISTRIBUIÇÃO DE BENS E RECURSOS PARA A SAÚDE |
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Escrito por José Gustavo Ceslak
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 14:39 |
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Introdução
Embora Rawls não se posicione efetivamente sobre a distribuição de bens e recursos na saúde, este trabalho explora alguns componentes presentes na obra Uma Teoria da Justiça, relevantes para a questão no âmbito biomédico. Sobretudo, tem-se por objetivo analisar se, e em que medida, a teoria de justiça como equidade de John Rawls pode contribuir com a problemática da distribuição de recursos escassos, fornecendo uma base conceitual de acordo com a qual este exercício econômico e político deva ser conduzido. Para tanto, dar-se-á especial atenção a duas questões diagnosticadas como fundamentais: se é adequado aplicar a noção de posição original como procedimento de tomada de decisão a respeito das questões de distribuição de recursos na assistência a saúde; Se é possível ampliar a categoria de bens primários, tal como compreendida por Rawls, a fim de incluir serviços de assistência saúde.
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Última atualização em Qua, 22 de Fevereiro de 2012 14:41 |
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A RELAÇÃO ENTRE OS CONCEITOS DE VONTADE E RAZÃO NA FILOSOFIA MORAL DE TOMÁS DE AQUINO |
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Escrito por Juliana de Fátima Pozzobon
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Dom, 11 de Março de 2012 11:26 |
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A presente comunicação tem por objetivo tratar da relação que Tomás estabelece entre as duas potencias intelectivas, vontade e razão, no âmbito de sua filosofia moral, expondo as principais implicações para a bondade e a malícia dos atos humanos, ou seja, pretende-se tratar da questão de como se qualifica a bondade e a malícia dos atos da vontade no âmbito da filosofia moral de Tomás de Aquino. Ao expor a relação entre os conceitos de vontade e razão na filosofia moral de Tomás de Aquino se faz necessário primeiramente a caracterização de sua ética, para depois então tratar os conceitos de vontade e razão juntamente com suas implicações para a bondade e malícia dos atos humanos, caracterizando, portanto, a ação moral para o Aquinate.
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Última atualização em Dom, 11 de Março de 2012 11:57 |
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PROCESSOS DE ACULTURAÇÃO DA POPULAÇÃO COLONIAL: RAÍZES DE UMA EDUCAÇÃO HEGEMÔNICA |
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Escrito por Meline Lopes Pinheiro
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Qua, 22 de Fevereiro de 2012 14:34 |
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INTRODUÇÃO
O objetivo deste trabalho é demonstrar que a educação brasileira tal como a vemos, em crise, possui uma significação que poderá ser apreendida em sua raiz histórica. Não se trata de um problema que nenhuma política pública consegue agir com eficiência, nem de um problema irreversível.
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Última atualização em Qua, 22 de Fevereiro de 2012 14:39 |
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